Publicado por: Caio Gondim | 29 agosto 2008

Ciclo Viagem PB – PE

Viagem realizada entre Campina Grande/PB e Recife/PE – em 29/08/2008

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Tudo o que fazemos com prazer só faz bem. Agora, tudo o que fazemos com prazer e na companhia de quem já nos faz bem é melhor ainda. Fazer uma viagem junto a um grupo que tem afinidade e um relacionamento de companheirismo e amizade só pode ter como resultado uma experiência pra ficar na memória como um dos melhores de nossas vidas…

Acompanhe, na resenha de Fernando Dornelas, como foi essa divertida aventura sobre o asfalto, saindo do agreste paraibano ate a nossa capital.

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PRIMEIRO DIA
Na sexta-feira 29/08/2008, às 20h, marcamos para nos encontrar no Deu Bode, onde daríamos início a mais uma aventura do VENTURE BIKERS, iríamos encontrar lá também a van que nos levaria até Campina Grande. Ao chegar ao local, Rafael já estava e já tinha colocado a sua bike na carreta que levaria as magrelas. Pouco depois, chegaram Cisneiros, Guiga e Tony, mais um pouco e Sérgio Hazin com um DVD com três horas de ciclismo muito radical com manobras ousadas, talvez para nos estimular para o que estava por vir! Demoramos um pouco mais aguardando os dois últimos componentes de nossa aventura, Carol e Malagueta. Depois da chegada dos dois colocamos as malas na Van, tiramos as fotos do grupo e aí vamos nós.
Depois de três horas de viagem e de DVD, chegamos a Campina à meia noite e quinze minutos e fomos direto ao Parque do Povo, no centro, onde se localizava a pousada. Animados, deixamos as bikes e pertences na pousada e saímos para lanchar ali próximo na praça. Ao voltar para pousada eu, Rafael e Carol ainda tivemos que consertar duas câmaras de ar furadas de nossas bikes.
Sábado 6h, todo mundo de pé pro café, apesar de termos dormido pouco, a aparência do grupo era boa e continuava com piadas e brincadeiras no café da manhã. Saímos da pousada às 8h10min e seguimos ate o primeiro posto de gasolina para colocar água, gelo e calibrar os pneus. Tony teve problemas para calibrar a sua roda de trás. Pois, a cabeça do pito era fina demais para os três calibradores que encontramos, o ultimo era o de um negão da borracharia, mas também não deu e seguimos assim mesmo, sem calibrar a roda traseira de Tony. Seguimos em direção ao trevo que dava acesso a BR, quando passamos em uma lombada eletrônica Paraibana que fez um som !!! E no marcador de velocidade marcou 89 km/h das nossas bikes, coisa de louco!

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Logo chegamos a BR-104 com destino à Caruaru, no primeiro posto de combustível paramos para tomar um cafezinho expresso grátis, e nesse momento Hazin mostrou seu afeto por uma cadelinha vira-lata que se aproximou dele em busca de carinho. Chegamos à primeira cidade, Queimadas aos 18 km – os nossos principiantes em aventuras, Rafael com a bagagem pendurada no guidão, Marcos e Guiga, com mochilas enormes nas costas, decidiram comprar bagageiros para suas bikes. Colocamos os bagageiros e continuamos nosso caminho. O clima estava ótimo, com uma brisa constante e fresca, o sol não incomodava já que estava nublado e o caminho era relativamente plano, tudo uma maravilha era só alegria.
Chegamos ao trevo onde teríamos que entrar para Umbuzeiro, e uma das minhas preocupações, era sobre as condições do asfalto neste trecho, se estariam boas ou não, alguns anos atrás quando tínhamos feito este caminho estava ótimo, e agora foi recém restaurado. Seguimos por uma estrada no alto dos morros de onde tínhamos uma boa vista da região, nos primeiros 20Km, sem grandes subidas, mais daí em diante começamos a subir, subir e subir, foi quando comecei a sentir dor nos pés, no sapato novo e ainda apertado, prendia a circulação e incomodava bastante, me fazendo parar com mais freqüência para molhar os pés para aliviar a pressão. Daí, ganhei o nome de “cinderela” com sapatinhos de cristal. O Sol começava a ficar um pouco mais forte e nossas paradas começaram a acontecer em menores espaços, inicialmente seriam de vinte em vinte quilômetros, depois foram de dez em dez, e daí a baixo. Quando parávamos, alguns deitavam no chão sem se importar se era no sol ou na sombra, nos hidratávamos com líquidos e seguíamos.
Ao chegar aos 48 km, subindo uma ladeira onde, no final, os que estavam na frente esperavam na sombra, o meu pneu furou e paramos eu, Rafael, Marcos e Guiga para fazer o conserto, ao desmontar a roda, procurei dentro do pneu e encontrei um espinho, retirei, colocamos a câmara de ar e continuamos subindo. Segui mais atrás do grupo, junto com Sérgio Hazin, que estava pedalando e de vez em quando, balançava a perna direita, quando cheguei perto ele me disse o que era aquilo, cãibra. Nessa hora ele pensou em parar, mas eu lhe disse que já estávamos perto do final das subidas e sugeri que ele fosse lento, aproveitando o embalo das ladeiras, e para não fazer força nas subidas que ainda restavam, fosse caminhando.
Algum tempo depois, alguém falou que a partir dali era só descida, mas não foi o que aconteceu, continuamos subindo. Ao chegar ao final de uma subida, parei para descansar um pouco e vi lá na frente, parado e fazendo sinal com as mãos, Marcos. Continuei em sua direção e ao chegar e descer da bike, a dor que Sérgio sentira lá trás, CÃIBRA, eu senti nas duas pernas e na costela. Olhei pra todo lado procurando um local para sentar, e não vi nem um batente sequer. Deitei-me na margem da estrada mesmo e fiquei jogado no acostamento. Depois de algum tempo, levantei e fui caminhando até um bar mais a frente, onde o grupo estava esperando. Naquele momento disse pra mim mesmo, “terminou, não dá pra pedalar, dói muito”. Fui atendido pela nossa enfermeira Carol que veio com spray e massagem para aliviar minha dor, o que funcionou, mas mesmo assim, não pensava em continuar. Nem por isso, e com todas as ladeiras vencidas e mais algumas até chegar ao canyon do rio Paraíba, o grupo desanimou, principalmente Sérgio que, mesmo sentido cãibras, não desistiu, e seguiram.
Fiquei só no bar e às 16h35min parou um ônibus, era o último. Ao tentar embarcar o cobrador me disse que não dava pra colocar a bike, pois o maleiro estava cheio, mas eu apelei, já que era o último ônibus que passaria e eu não tinha condições de continuar. O cobrador foi abrir o maleiro e realmente estava cheio de sacos de biscoitos, ele pegou a bike e com jeito achou espaço, apesar de que, um bocado de biscoito virou farelo.
O ônibus saiu e antes de chegar ao canyon, existiam duas grandes subidas, mas depois disso veio o meu lamento por não ter conseguido descer aquela ladeira sinuosa, que dava uma maravilhosa vista do vale, onde passa o rio Paraíba. Ao chegar ao seu final, já na ponte, vi o grupo eufórico com a descida maravilhosa que tinham feito. O ônibus parou para pegar Sérgio e mais uma vez, dificuldade para alojar a bike, que mais uma vez o cobrador resolveu o problema, colocando-a no corredor dentro do ônibus. Os passageiros ficaram curiosos com aqueles dois ET’S, um gordo e outro magro, que haviam chegado. Fizeram várias perguntas, riam e duvidavam de nossas respostas.
Pegamos finalmente a Umbuzeiro, ao descer do veículo e tentar pagar o cobrador disse que não era nada! Agradecemos e procuramos um local para comer algo e esperar o restante do grupo. Preocupados com eles, pois tinham que enfrentar uma subida ate ali de 12 quilômetros, e já estava para escurecer, nós decidimos procurar uma Toyota, carro comum nessa região, para resgatar nossos amigos. Quando acabamos de comentar sobre isso, entra uma Toyota na rua na maior gritaria, eram os loucos que conseguiram convencer um senhor que já ia guardar o carro. Dizem que Tony quase beija o motorista pra que ele transportasse o grupo.

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Ao chegar a Umbuzeiro, tentaram negociar com o motorista para leva-nos até João Alfredo, nosso destino final naquele dia, mais o senhor só levaria por R$ 100,00. Não dava, descemos todos e ficamos no bar comendo um prato de calabresa, coisa de 30 segundos, tamanha a fome. Marcos e Guiga foram a uma praça próxima, pois vimos que muitas Toyotas seguiam para lá e voltaram com a noticia que tinham conseguido o transporte por R$ 40,00. Corremos todos para colocar as bikes no carro quando, de surpresa, chega o nosso amigo Saulo, de moto. Já estava escuro e frio, seguimos até João Alfredo.
Ao chegar à cidade procuramos o Hotel Cristal, logo localizado no centro da cidade. De cara ficamos impressionados com o nível do hotel e com a recepção da simpática Carlinha. Pronto, guardamos as bikes, nos alojamos, tomamos banho e saímos para comer pizza a forno de lenha com vinho tinto. Ao voltar para o hotel, Saulo e Carol ficaram e o restante foi procurar o bar Moenda, o ponto de balada da cidade – “Forró”. Estava havendo comício na cidade e tinha muita gente na rua, tava a maior festa. Andamos um pouco em zig zag, perguntando onde era o bar até encontrá-lo, só que o forró só começaria mais tarde, e como nós estávamos cansados e teríamos de acordar cedo, não demoramos e fomos pro hotel. No caminho de volta Sérgio, que ainda estava com fome, queria pegar o gato que tínhamos visto na vinda com três moças, para jantar, só que quando retornamos, as moças tinham escondido o gato por segurança, já que ao passar da primeira vez, mencionamos que Hazin queria jantar o gato!
Chegamos ao hotel e todo mundo pra cama, depois de muita reclamação sobre o horário de acordar as 6h30min, já que teríamos de consertar os câmbios de Rafael e Marcos pela manhã.

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SEGUNDO DIA
Domingo dia 31/08/2008 acordamos às 7h00min e fomos todos, tomar café, por sinal muito bom e bem servido do Hotel Cristal.
Até a noite anterior, eu tinha quase certeza, que não iria continuar pedalando no dia seguinte me sentia muito cansado e dolorido em função da cãibra que sofri e por isso, estava com receio de seu retorno e de não agüentar o percurso até Recife, mas como fui medicado na noite anterior por meus amigos e fiquei todo bombado, mais disposto, decidi tentar com cautela vencer o restante do desafio que nos propomos até Recife. Depois do café, Rafael e Marcos, foram procurar uma oficina de bicicletas para consertar os seus câmbios. Ao voltarem, Rafael nos disse que o de sua bike não tinha jeito, já o de Marcos, sem problemas. Rafael nos disse que era uma peça que estava com problema e ali onde estávamos não existia, que tinha sido desgaste. Estranhei o fato, porque a bike dele é nova, com poucos meses de uso e não dava para ter um desgaste desses em tão pouco tempo. Mas, como não tinha jeito, seguimos assim mesmo.
Saímos de J. Alfredo de 9h19min mais só depois de nos darmos as mãos e orar para papai do céu nos proteger durante o restante de nossa aventura. Saímos logo de cara uma subida de 1.850m de comprimento em parte de paralelepípedo e o restante de asfalto que ia da cidade até o trevo rodoviário com a BR – 104. Ao chegarmos a BR, procuramos um posto onde tivesse água e gelo, mais só encontramos água. Parei em uma barraca e aproveitei para tomar bastante líquido, já que me sentia desidratado. Ao lado do bar, escorria pelo chão, um córrego com uma água bem límpida e quando eu olhei para traz, estavam todos juntos olhando alevinos que Hazin tinha visto ali, parecia um bando de crianças admiradas com os peixinhos, TÃO NINDO MO DEUS!!!

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Saíram todos e ao final eu e Marcão fomos juntos e ainda chegamos a ver o bikers descendo lá longe no final de uma ladeira a nossa frente. Nesse momento ele disse meu pneu ta prendendo e pediu a mim ferramentas para consertar a sua roda. Paramos em outra barraca a beira da estrada passamos o rádio avisando de nossa parada e ele foi consertar a roda e eu, tomei líquidos. Em pouco tempo voltamos a pedalar. Hoje, o tempo continuava bom com brisa fresca só que menos nublado que no dia anterior, portanto tomamos um pouco mais de Sol. Quanto ao tráfico de veículos, estava bem maior e pra variar, alguns tiravam finos, e buzinavam, mais sem problemas continuamos já que havia acostamento um pouco precário mais dava pra andar. O asfalto estava bastante remedado no trecho de até Limoeiro, mais quando subíamos uma pequena ladeira, parece que sempre depois delas havia uma longa descida, um maravilha para nós.
Continuamos sem problemas até que vi ao lado da estrada, no acostamento um gato morto e branco igual ao da noite anterior, como Hazin já tinha passado e o gato ainda estava ali, percebi que ele hoje não estava com fome como na noite anterior! Meus sapatinhos de cristal começaram a incomodar novamente e comecei a parar e molha-los. Ao chegamos próximos a Limoeiro, o grupo estava parado em um restaurante na beira da estrada, Já eram meio dia e nós decidimos almoçar ali, apesar de anteriormente termos combinado que seria em outro local mais a frente, só que em virtude da hora, decidimos parar. Depois de pararmos, sentimos a falta de um dos nossos integrantes o Hazin que continuo pedalando e não queria parar com medo de ter cãibra novamente, só que por conta disso, ele já tinha ultrapassado duas subidas e descido novamente e estava em Limoeiro. Falamos com ele por radio e ele decidiu não voltar, pois não queria subir novamente as ladeiras por mais duas vezes, então decidiu almoçar só. Para almoçar, pedimos só petiscos para não encher demais os buchos, quando chegou o primeiro prato de Calabresa, conseguimos bater o recorde de rapidez de consumo do dia anterior, foram 28 segundos desta vez! Pedi tripa de porco, frita, petisco que adoro e ofereci ao nosso amigo, Malagueta, que quando nós comentávamos a respeito de comidas locais como Buchada, ele, paulista e criado no Rio Grande TCHÊ, fazia cara de nojo mesmo sem nunca provar, mais acabou experimentando e gostou. Ao mesmo tempo, do outro lado da mesa, estava Rafael que parecia ter medo de morrer de fome, pois quando chegou o segundo prato um arrumadinho, ele quase acaba com o resto de comida que estava na mesa, foi quando perguntei ao homem do bar, se ele conseguia um feixe de capim para o rapaz.
Bom, acabamos de almoçar, saímos ao encontro de Hazin, quem sabe ele conseguiu comer o gato que estava querendo, já que almoçou sozinho e ninguém viu!

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A partir daí, o asfalto melhorou e o acostamento ficou mais largo e melhor. O clima estava um pouco mais quente, mais nada que incomodasse. O relevo até ali também sem grandes problemas. Paramos em outro bar próximo a Lagoa do Carro nos hidratamos, compramos todas as jujubas do bar e saímos para encontrar o primeiro dos três Dragões que iríamos encontrar ate Recife. “Dragão = Subidão”. O primeiro seria antes de Carpina, o segundo em Paudalho e o último em Camaragibe.
No primeiro Dragão, subi todo lentamente e ao chegar ao seu final vi Marcão já saindo e seguindo em frente, eu, parei para descansar um pouco, depois continuei e antes de chegar ao local marcado para a nossa parada, parei novamente, estava bastante cansado e mais uma vez achei que não daria para continuar. Segui e ao chegar ao posto na loja de conveniência, estavam todos, alguns deitados no chão e outros sentados, começaram a mangar de mim, principalmente o Tony que não perde a oportunidade de tirar uma casquinha. Parei entrei na loja e tome líquido, Power gel, Gatorade e descanso.
Continuamos até Paudalho sem problemas descemos uma longa ladeira até a cidade, cruzamos a ponte e logo em seguida, o segundo Dragão, fui ate a sua menta de e parei, só que agora, acompanhado de Tony, conversamos um pouco e subimos o restante até nos encontrar com o grupo em um posto na hora em que a noite caia. Também, encontramos Paulo ciclista, que tínhamos visto passar por nós em Carpina, apesar de ser uma pessoa simples, operário do Ceasa, usava capacete e lanterna e um senhor farol na sua bike, vinha de um lugar chamado Campo Alegre próximo a L. do Carro. Colocamos as lanternas nas bikes e alguns tinham até a faixa refletiva. Preocupados fomos com cuidado, o Paulo foi conosco. E ao contrário do que aconteceram, durante o dia, os finos e as buzinas, não aconteceram e chegamos até o acesso a São Lourenço da Mata, eu e Marcos com a ajuda do farol de Paulo. Depois do trevo, onde melhorou o trafego e o acostamento e em alguns pontos, já tinha iluminação Publica. Foi tudo mais tranqüilo a partir daí, fizemos mais uma parada na Praça em Tiuma, descansamos um pouco e seguimos para São Lourenço e paramos novamente em uma padaria. Aqui, já me sinto em casa, já que varias vezes nos nossos passeios noturnos viemos ate ali.
Ao sair da padaria não percebi mais fui assaltado e montei na bike e saí quando alguém gritou: Dornelas onde está o teu Camelback?! Assustei-me e fiz a volta na mesma hora para retornar a padaria, quando todos sorrindo disseram que Marcão pegou e estava com ele. A partir daí, fui realmente tratado como a Cinderela dos sapatinhos de cristal. Até ali, desde J. Alfredo, eu segui por último na maior parte do tempo só. Minha bagagem com ferramentas e água, reparos e outros apetrechos para reparo estavam muito pesado para mim que no início do primeiro dia zombei dos iniciantes e caí no mesmo erro apesar de ser bem mais experiente. Meus sapatos apertavam e por ai vai!
Então Cinderela veio ate Recife, enfrentamos o último “dragão” sem problemas, com um grupo de ciclistas valentes, determinados, divertidos e gaiatos até chegarmos ao Deu Bode às 21h15min, com a euforia de termos conseguido, apesar de todas as dificuldades, dúvidas, medos e dor, mas acima de tudo MUITA GARRA!!!

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Valeu e muito galera, com um grupo assim dá pra fazer mais que uma simples viagenzinha de aventura, da pra fazer um monte de aventuras!

Veja aqui todas as fotos

 venturebikers@gmail.com

Dados Técnicos – 1º Dia
Distância percorrida – 73Km
Veloc. Max. – 68Km/h > Malagueta com seu velocímetro de R$ 6,00.
Veloc. Média – 15,7Km/h
Tempo pedalado – 4h09’52”
Tempo total – 8h15’00’

Dados Técnicos – 2º Dia
Distância percorrida – 103,66 km
Veloc. Max. – 53,6km/h
Veloc. Média – 14,8km/h
Tempo pedalado – 6h57’47”
Tempo Total – 13h56’00”

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