Publicado por: Caio Gondim | 23 agosto 2009

Trilha da Estação Ecológica de Tapacurá

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Trilha do Venture Bikers sempre começa com animação, ainda mais quando o sol aparece e nos promete um dia limpo, onde podemos contemplar as mais belas paisagens que muitos de nós pernambucanos sequer sabemos que existem em nosso próprio estado. E como descobri-las? Nada melhor que uma mountain bike, um grupo de amigos animados e muita disposição física, tudo o que apareceu de sobra no último sábado.

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A concentração é sempre do mesmo jeito, as brincadeiras com quem vai chegando e a expectativa de quem ainda falta chegar, a surpresa de quem aparece de última hora e ainda aqueles que vão aparecendo no meio do caminho. Nisso, éramos doze, quinze, vinte e um e chegamos ao ponto de saída com trinta trilheiros de primeira linha. Em certa medida, foi a trilha dos retornos dos Zé… Primeiro, Zé Alves, que não víamos desde Gravatá e o segundo, Zé Mauro, há meses em viagem, embora nada afastado do pedal, esbanjando boa forma. Bom que estejam de volta garotos, esse passeio, digamos, dedicamos aos dois (risos). Além disso, juntos novamente cinco Venture Bikers das “antigas”: Dornelas, Toni, Eli, Marlene e Gabriela, como sempre, nos contando do passado não menos divertido do grupo.

Partimos pedalando do Monte das Tabocas, em Vitória de Santo Antão, cenário da ferrenha batalha ocorrida em 1645 entre 1200 bem armados soldados holandeses, liderados pelo tenente-coronel Hendrick Haus e os insurretos – brasileiros e portugueses, que juntos não somavam mil homens, comandados por João Fernandes Vieira e Antônio Dias Cardoso, os quais saíram vitoriosos ainda que mal aparelhados, contribuindo para o início da derrocada invasora em 1654.

Após uma desafiadora descida de 200 metros em forma de degraus esculpidos na terra batida, chegamos num pequeno lago formado pelo Rio Tapacurá, vindo de Vitória de Santo Antão em direção ao Açude Tapacurá. Seguimos margeando o rio em boa medida, atravessando uma imensa área de pasto, muitas vezes cruzando porteiras com cercas eletrificadas, aparentando boa manutenção. Aliás, passamos por instalações de ótima apresentação nesse trecho. Não ajudou muito as condições do terreno, que somando a atividade agropecuária com as chuvas do meio da semana, ficou pesado e exigiu do preparo físico de todos.

Como se não fosse pouco o terreno e a “lua” que nos iluminava, ainda tivemos que vencer algumas elevações a procurar por algumas passagens “esquecidas” pelo nosso guia Dornelas que há dez anos atrás tinha feito um trajeto parecido, vencendo galhos, mato, calor e tudo com um bom humor incrível de todos os presentes, aliás, fundamental o entrosamento e as brincadeiras que nos fazem querer voltar sempre. Que o diga Robson, aguardando pra ver as “capim-varas” prometidas por Dornelas ainda na saída.

Na verdade, a idéia era presenciar os animais dentro da Estação Ecológica de Tapacurá, uma reserva de 776 hectares criada em 1975 e que foi instalada nas terras onde funcionou a antiga Escola Superior de Agricultura São Bento entre os anos de 1917 e 1936, a qual deu origem à Universidade Federal Rural Pernambuco (UFRPE), sendo esta transferida em 1938 para o bairro de Dois Irmãos, no Recife.

Porém, mesmo obtendo autorização para adentrar na reserva, onde pudemos observar grandes trechos de pau-brasil ao largo, optamos, em virtude do adiantado da hora, seguir direto para nossa parada no Assentamento do Engenho Veneza, já no município de São Lourenço da Mata.

Apesar do sol ainda bastante forte, a volta foi toda feita inteiramente por estradões e pista, o que inclusive  a tornou rápida. Além disso, antes da saída, já havíamos encomendado o almoço e aquelas alturas e a fome já apertava todos. Mesmo assim, com todo o cansaço típico do fim de trilha, era impossível ignorar as paisagens maravilhosas de canaviais e pastagens que nos cercavam, realçadas por um brilho muito bonito com o iniciar do pôr-do-sol. Valeu demais…

Até a próxima pessoal!

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Em breve, nova AGENDA no ar!

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