Publicado por: Caio Gondim | 12 setembro 2009

Trilha Cachoeiras de Bonito

TrVB 05092009 400

TrVB 05092009 100TrVB 05092009 001

TrVB 05092009 002

TrVB 05092009 003TrVB 05092009 004

TrVB 05092009 005

TrVB 05092009 008TrVB 05092009 007

TrVB 05092009 006

TrVB 05092009 404

TrVB 05092009 010TrVB 05092009 011

TrVB 05092009 402

TrVB 05092009 009

TrVB 05092009 012TrVB 05092009 013

TrVB 05092009 015

TrVB 05092009 403

TrVB 05092009 014TrVB 05092009 020

TrVB 05092009 017

TrVB 05092009 019TrVB 05092009 018

TrVB 05092009 016

TrVB 05092009 406

TrVB 05092009 021TrVB 05092009 022

TrVB 05092009 401

TrVB 05092009 026

TrVB 05092009 023TrVB 05092009 024

TrVB 05092009 025

TrVB 05092009 407

Uma das melhores trilhas…

Bonito é uma daquelas trilhas em que dizer perfeito torna-se pouco… Todo superlativo torna-se pouco… Sem alternativa arriscamos um mais-que-perfeito…

Como já foi posto em outra oportunidade, fazer essa trilha foi um desafio a parte, porque só fizemos uma única vez e nesta o mestre Dornelas e seu DPS (Dornelas Positioning System) não estava presente. Promessa feita, promessa cumprida! Aceitamos o desafio e colocamos a trilha na agenda, visitando o município do Agreste pernambucano que teve suas cachoeiras incluídas no rol das Sete Maravilhas do estado.

Durante a semana, recebemos a confirmação de 16 pessoas interessadas na trilha e na sexta à noite, o novato Marcelo ligou, procurando saber detalhes e se havia carona. Como nunca vimos ninguém deixar de ir por falta de espaço, ele confirmou presença. O que passou a nos preocupar foi a chuva intensa que passou a cair na própria sexta-feira. Alguns esboçaram preocupação, pois a chuva era tão intensa por toda a noite que imaginamos a possibilidade de desistência de alguns, o que não se verificou.

Com uma pequena “trégua” no início da manhã, saímos da Jaqueira até o Rei da Coxinha em Gravatá, onde parte do grupo já nos esperava para o “café da manhã”. Na estrada, pegamos muita chuva novamente e esperávamos que isso nos custasse um pouco durante a trilha propriamente dita.Quanto aos participantes, a disposição era das maiores… Mesmo com as desistências, éramos 23, incluindo a debut Larissa.

Porém, nos consideramos um grupo de sorte… Antes mesmo de chegarmos à entrada de Sairé, o sol já dava sinais de que a única água que veríamos seria a das belas cachoeiras de Bonito e se a natureza assim quis, só nos restou acatar (risos).

Todos prontos, começamos com uma subida, não muito longa, mas daquelas que pesam para um grupo que ainda está “frio”. Logo vieram as piadinhas… Não era só descida? Coitados, acreditaram… (Risos) Brincadeiras a parte, no total, descemos de 770m a 230m do nível do mar, sem a necessidade de subirmos novamente, o que não se pode negar, é uma senhora descida sim…

Não demorou e logo entramos nas matas, ora em estradas de terra batida, ora em estradas de barro, ora em caminhos com muita pedra e cascalho, desafiando toda a técnica dos Venture Bikers. Que o diga Stephano Kang, esbanjando habilidade com sua bike igualmente coreana. Também, acho que ninguém no grupo conseguiria na mais rigorosa dieta ser tão leve…

Ao contrário de Kang, seu cunhado Sérgio não estava no dia mais inspirado quando o assunto é destreza… Caiu uma… Duas… Três… Hummm… Acho que perdemos a conta em alguma parte do trajeto deixamos pra lá, até porque as quedas eram tão bobas quem nem valia a pena o registro.

Mais grave foi a de Rômulo que mesmo não tendo sofrido nenhum arranhão, teve seu cambio completamente destruído. Nada que os mecânicos de plantão não estivessem preparados para resolver. Também não era motivo de estresse seguir sem marchas, pois da entrada do Véu da Noiva até o final, as subidas quase inexistiam. Aproveitamos a parada e efetuamos os ajustes possíveis enquanto o pessoal se hidratava, não nos atrasando, portanto.

E haja descida, paisagem bonita, verde, de todos os tons, até onde a vista podia alcançar, reforçando sempre a idéia do mais-que-perfeito. Assim foi até chegarmos ao acesso da Cachoeira Barra Azul, localizada dentro do assentamento que leva o mesmo nome. Para chegarmos até a cachoeira foi cobrada uma taxa de R$1,00 por ciclista, o que muitos estranharam.

Sobre esse fato, nós do Venture Bikers entendemos ser mais que justo arcar com tal custo – simbólico, por assim dizer. Pensamos que fomos até lá, desfrutar de uma paisagem muito bonita, nos refrescamos em suas águas, encontramos alguma estrutura, ainda que bastante precária, como os banheiros e dois senhores vendendo refrigerantes e água, mas na área da queda d’água, tudo limpo, sem sinais aparentes de degradação como garrafas, sacos plásticos ou semelhantes.

Sendo assim, por uma questão de humanidade e justiça, acreditamos que também é de nossa responsabilidade de alguma maneira e sem proselitismo, transferir renda para as comunidades que visitamos, incentivando as mesmas, sempre que couber, a produzir o que estiver ao seu alcance para se auto sustentar, seja em artesanato, em alimentos e até mesmo no cuidado com o meio ambiente, contribuindo para o interesse de todos em sua região e tirando dele, parte do seu sustento.

Depois de desfrutarmos da cachoeira em banhos refrescantes – a água não poderia estar melhor, seguimos para o Engenho Mágico, onde Dona Neuza nos aguardava com um almoço variado e delicioso, de tempero leve, mas muito saboroso e por um precinho bastante razoável, com direito a uma ducha e roupa limpa, antes de encararmos a estrada de volta pra casa, saindo os primeiros carros precisamente às 16h.

Para quem se dispôs a ler esta resenha até o fim, nosso muito obrigado pela paciência… Porque, talvez, olhar as fotos já fosse mais do que o suficiente (Risos)… E para quem esqueceu do Sérgio, ficou registrada sua foto recebendo a “faixa” (uma velha câmara de ar furada) de Cai-Cai da trilha… Lógico, ele não passaria “ileso” por nossa turma assim (Risos).

Valeu Venture Bikers, todos estão de parabéns!

Até a próxima!

Veja todas as fotos AQUI

 

vb marca original

Anúncios

Categorias

%d blogueiros gostam disto: