Publicado por: Caio Gondim | 29 março 2010

Trilha Gravatá – Vaqueiro

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Trilha do Vaqueiro, já faz um bom tempo que não trilhávamos por esses lados. Reunimo-nos todos na nossa “sub” sede nº 03 em Gravata, e logo que chegamos ao local, um dos trilheiros, ao ver que tinha uma churrasqueira, sugeriu à realização de um churrasco, o que prontamente foi aprovado por todos, que fizeram uma cota para que o caseiro Geninho fosse providenciar a compra das carnes, bebidas e carvão. Depois de determinada a hora provável do final da trilha, para que o nosso churrasqueiro iniciasse o churrasco, próximo a nosso retorno ao local, iniciamos a trilha às 9h25min.

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Começamos subindo em direção a serra do Maroto e em pouco temo de subida, o primeiro furo de pneu do Véio Eli, paramos em local sombreado e o Véio começou a operação de troca da câmara de ar, realmente uma operação por conta da demora para ser feita. Mais deixamos que ele fizesse a troca sozinho, para que o Véio exercitasse sua coordenação, reflexo e o ego.

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Deixamos a serra do Maroto para traz e chegamos à serra de Craibas em um ponto de onde tínhamos a visão dos dois lados da serra, de um lado, víamos parte de Gravatá e do outro um enorme vale pontilhado de morros de uma beleza tal que fez o grupo parar e admirar a paisagem.

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Em pouco tempo chegamos ao local onde faríamos a nossa primeira parada para hidratação, apesar da brisa fresca que sentíamos em cima da serra, o sol também estava forte e paramos um pouco em um bar a beira da estrada. A partir desse ponto em vez de subida, seguimos por um planalto até chegar a uma fazenda com criação caprina muito bem estruturada, até pista de pouso asfaltada tinha no local e o verde de suas pastagens predominava dos dois lados da estrada que estávamos.

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Saímos dessa estrada para outro caminho onde voltaríamos a subir, na subida das treze porteiras seguidas – a Cada 100 metros- teríamos que passar uma por uma, o segundo pneu furado, dessa vez o de Adriana, que foi prontamente trocado pela equipe de apoio, só que depois de montado o pneu, não encheu, a câmara estava furada o que ocasionou a troca do terceiro pneu.

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Pneu consertado começou a subida da ladeira, mais não chegamos a andar cem metros e um novo aviso de pneu furado, era o pneu do Véio novamente, dessa vez o dianteiro, subimos até o final e paramos onde havia uma sombra. Enquanto consertávamos o pneu, vimos um pé de umbu, foi uma festa principalmente para Gabriela “Repolho” que é vegetariana. Ao terminar o concerto, percebemos que o sentido de giro do pneu estava errado, no primeiro concerto, nós alertamos o Véio que o pneu estava no sentido errado e ele consertou, mas no segundo não percebemos e ele colocou errado.

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Continuamos pelo cume da serra com uma bela visão dos dois lados até iniciarmos nossa descida em um downhill de um quilometro de extensão. Chegamos ao escritório do vaqueiro, local previsto para a nossa parada antes do início do retorno para Gravatá mas o bar estava fechado. Mais um problema ao mesmo tempo, a corrente de Anderson estava com um elo aberto, o que foi resolvido com o extrator de corrente sem maiores dificuldades.

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Paramos em um bar próximo e nos hidratamos enquanto Resk só falava em irmos logo para o churrasco que estava com fome. Iniciamos a nossa volta e em pouco tempo estávamos cruzando o Rio Ipojuca por cima da passagem molhada. Do outro lado do rio, seguimos por trilha mais travada com pedra e cascalho no terreno além do calor que aumentou devido ao local agora ser uma depressão e não em cima da serra como antes.

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Mais uma vez aviso de pneu furado e novamente o Véio Eli , comecei a achar que ele estava furando de propósito pra que nós ficássemos embeiçando sua roda. Logo em seguida, antes que se fizesse o conserto de Eli, outro pneu furado o de Patrícia com um espinho de uns dois centímetros cravado no pneu, com esse já era o sexto pneu a ser trocado nessa trilha.

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Consertos realizados, seguimos por trilha e depois uns 3 km de asfalto até nosso retorno à “sub” sede 03. Ao chegar ao local nosso churrasco estava a nossa espera. Foi perfeita a idéia que tivemos do churrasco a nossa chegada, comemos, tomamos banho e refeitos todos fomos pra casa com a promessa de repetir essa trilha e aproveitar a estrutura do local.

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Trilha feita com um grupo tranqüilo que apesar dos furos de pneu e quebra de corrente, não perdeu o humor, pelo contrário nas paradas para consertos é que tivemos os momentos de maior descontração e brincadeiras uns com os outros, parabéns a todos pela alegria e paciência!

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Até a próxima!

Fernando Dornelas

Vejam todas as fotos – por Anderson França – AQUI!

DADOS TÉCNICOS
– Total = 28,28 km;
– Média de vel. = 10,3 km/h
– Tempo total = 4h35min
– Participantes = 17

Pedalando sempre…

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