Publicado por: Caio Gondim | 20 setembro 2010

Cuieiras às Ruinas da Igreja de São Bento

Cueiras sábado 25/09/2010 trilha gastronômica, já no local de início deixamos nossos carros no Bar da Birra por orientação de nosso amigo Deorge que elogiava o local. Já nos preparativos para sair cada um dos componentes deixou anotado o pedido do prato de frutos do mar que iriam consumir ao final da trilha.

Iniciamos a trilha às 8h35min e logo entramos em um single que circunda o vilarejo e segue até a beira do canal de Santa Cruz que separa o local da região de Maria Farinha e onde vemos do outro lado a fábrica abandonada de cimento da Poty. Paramos tiramos algumas fotos e seguimos. Pelo rádio o primeiro problema no pneu da bike de Jonatas nos fez parar e aguardar um pouco até ser solucionado. Logo após a noticia de uma baixa no grupo: Brekenfeld não chegou a rodar o primeiro quilometro e estourou seu pneu, onde desistiu e retornou.

A trilha nesse trecho era sombreada, irregular e com piso escorregadio o que fez os participantes testarem suas habilidades e alguns chegaram a beijar o solo com nossa iniciante Deise Falcão. Continuamos agora por um single travado com subida e descida em seqüência ate ouvir novamente pelo rádio que havia outro pneu furado, dessa vez o de Toni, ao ouvir a mensagem, decidi seguir mais um pouco subindo uma ladeira e parar ao seu final para aguardar Toni e concertar o pneu.

Ao parar percebi a minha esquerda um single descendo em direção ao Mangue, mas que poderia ser o caminho que nos levaria ao Engenho S. Bento passando pelos tanques de criação de peixe, em trilhas anteriores procurei esse caminho e não encontrei, decidi explorar enquanto Toni chegava e concertava seu pneu. Ao sair, perguntei se alguém queria seguir comigo e de imediato Degorge Neto, Anderson e Neto decidiram seguir junto. A trilha era quase toda descendo mais o capim encobria a visão do solo e cipós que até enroscam nos pés e no bar end. Ao final da ladeira a bela visão dos dois tanques ou curral cercado de verde e com uma cabana do outro lado, contornamos e paramos na cabana, passamos pelo rádio que o caminho estava correto e que aguardaríamos ali o restante do grupo quando acabassem o concerto do pneu e descessem até lá. Quanto começamos a ver, em fila indiana o grupo chegar do outro lado do tanque, começou a chover, foi quando falei que aquela cabana foi colocada ali para nos proteger da chuva e isso tinha sido programado antecipadamente já que sabíamos que choveria ali.

Ficamos algum tempo na cabana até parar de chover, enquanto isso, Neto decidiu explorar o local e ao voltar, levou um tombo em uma valeta, capotou literalmente, foi show merecia ir para o vídeo cacetada!

Continuamos nosso caminho por cima dos diques que separam os tanques ate chegarmos ao local dos sangradores de água entre os tanques e o mangue ao lado. Paramos todos encantados com o visual do local, cheio de garças e além do som da água correndo no sangrador, só natureza ao nosso redor de rara beleza. Mais um pouco, chegamos ao Engenho e paramos em frente à capela, tiramos algumas fotos e seguimos.

Algumas pessoas no grupo já perguntavam se estávamos chegando ao morro da ruína e ao local de parada no bar do Kaco, ainda não disse, faltavam uns 6 km mais vamos parar em um bar para beber algo antes. Chegamos ao bar logo depois e de cara víamos pintado na parede ambiente familiar, só que acima da frase, a pintura de uma mulher nua. Paramos bebemos alguns tomaram banho no chuveirão e continuamos.

Em pouco tempo, chegamos à subida e às ruínas, paramos um pouco para descansar e tirar fotos, do local conseguia ver desde Olinda até Maria Farinha. Na parada, percebi a ansiedade que os participantes estavam para chegar ao Bar do Kaká para tomar banho e comer algo.

Descemos um single bem irregular com pedras grandes e soltas, onde tivemos mais uma vez de testar a habilidade com a magrela, mais dessa vez ninguém zerou a descida. Em pouco tempo chegamos ao bar, uns se jogaram na piscina e outros foram comer e quando a comida chegou, foi uma loucura, parecia o grupo da barriga vazia, todo mundo avançou na comida com vontade, pense num desespero para comer todos se acotovelando em volta da mesa para ter acesso ou guisado de boi, bode, galinha e o marisco.

Saímos de lá às 12h35min e tínhamos rodado 17,94 km, abastecidos e refrescados, com pesar continuamos nosso caminho de volta a Cueiras. A volta foi em terreno bem mais tranqüilo por estradinhas e um single com subida leve, longa, escorregadia e sombreada até voltar à estrada para Cueiras. Chegamos ao nosso destino às 13h56min e rodamos até ali mais 8,27 km. Ao chegarmos, voltamos à parte gastronômica do passeio, foi um tal de fritada de aratu, sururu ao alho e óleo e ao coco, teve gente que não agüentou mais comer e levou pra casa e enrolar a mulher.

Finalmente depois de eleger o troféu CHUPETA para a iniciante Denise pela bravura e tombos e apesar dos problemas com pneus e a desistência de Brek, foi uma trilha tranqüila e muito divertida, valeu a todos e até a próxima dos três municípios Feira Nova, Glória do Goitá e Passira, não percam vale a pena conferir!

 

Por Fernando Dornelas  

 

DADOS TECNICOS:

Hora Início – 8h35min;

Hora final – 13h56min;

Tempo total – 5h21min;

Tempo pedalado – 2h25min;

Km total – 26,21 km;

Vel. Máxima – 40,6 km/h;

Vel. Média – 10,8 km/h.

Pedalando sempre…

vb marca original

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Responses

  1. Quero confirmar minha participação na pedalada de sábado para cueiras, recebi o convite de Miriam e estou louca para pedalar com voces.

  2. Eu vou!!!!
    Abraço
    Anderson Lucena


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