Publicado por: Caio Gondim | 28 setembro 2010

Trilha Feira Nova – Glória do Goitá – Passira

 
O VENTURE BIKERS vai realizar neste sábado 02/10/2010 uma trilha no Agreste Meridional pernambucano, onde teremos o privilégio de ver uma região de vegetação de caatinga ainda verde, com pastagens entre fazendas de criação bovina e de caprinos. Iniciaremos a trilha próximo à Feira Nova. Os carros ficarão no Bar do Pimenta. Vamos pedalar por estradas vicinais e pela parte mais alta do relevo, passando próximo à Serra da Passira e até a Barragem da Condic, onde teremos a oportunidade de tomar banho. A parada está programada para um bar ao lado da segunda barragem. No caminho de volta, seguiremos por região de várzea e ao seu final, subiremos de volta ao bar do Pimenta. Ao participante que desejar almoçar no local, é servido Buchada, Mão de Vaca, Galinha à Cabidela e Bode. Trilha com visual agradável de pastagens, matas, barragens e serras. Venha conhecer a região, o passeio é imperdível!

CONCENTRAÇÃO
Praça Souto Filho – Junto ao Posto de Policiamento Ostensivo da PM – PPO (Em frente ao Parque da Jaqueira)
Encontro: 6h
Saída: 6h30min
 
Segundo local de concentração:
Posto Dislub BR-232 próximo à entrada para Jaboatão velho.
Eencontro: 7h.

DADOS TÉCNICOS
Nível: 3
Distância: 30/35 km

AVISO IMPORTANTE
Pedimos a quem for participar que confirme a presença até a sexta (02/10/2010), em nosso mural – http://www.venturebikers.wordpress.com – ou com Fernando Dornelas. e-mail: nomadeaventuras@gmail.com
Tel – (81) 9906.5824/8811.5855

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RECOMENDAÇÕES
Todo ciclista deve estar sempre munido de câmara de ar reserva e ferramentas compatíveis com a sua bicicleta, já devidamente revisada. Além disso, nunca esquecer de levar água suficiente – recomendamos o uso de camel back – lembrando que o consumo aumenta bastante em dias quentes – e algo para alimentação rápida, como barras de cereal.

SEGURANÇA
Para participar de nossos eventos é imprescindível estar com os equipamentos mínimos de segurança como capacete e luvas, bem como aceitar de forma irrestrita o que estiver disposto em nosso TERMO DE RESPONSABILIDADE E CONDUTA, assinando-o antes da saída e ter a certeza que possui o condicionamento físico necessário. Contamos com a compreensão de todos nesse sentido.

Pedalando sempre

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Publicado por: Caio Gondim | 20 setembro 2010

Cuieiras às Ruinas da Igreja de São Bento

Cueiras sábado 25/09/2010 trilha gastronômica, já no local de início deixamos nossos carros no Bar da Birra por orientação de nosso amigo Deorge que elogiava o local. Já nos preparativos para sair cada um dos componentes deixou anotado o pedido do prato de frutos do mar que iriam consumir ao final da trilha.

Iniciamos a trilha às 8h35min e logo entramos em um single que circunda o vilarejo e segue até a beira do canal de Santa Cruz que separa o local da região de Maria Farinha e onde vemos do outro lado a fábrica abandonada de cimento da Poty. Paramos tiramos algumas fotos e seguimos. Pelo rádio o primeiro problema no pneu da bike de Jonatas nos fez parar e aguardar um pouco até ser solucionado. Logo após a noticia de uma baixa no grupo: Brekenfeld não chegou a rodar o primeiro quilometro e estourou seu pneu, onde desistiu e retornou.

A trilha nesse trecho era sombreada, irregular e com piso escorregadio o que fez os participantes testarem suas habilidades e alguns chegaram a beijar o solo com nossa iniciante Deise Falcão. Continuamos agora por um single travado com subida e descida em seqüência ate ouvir novamente pelo rádio que havia outro pneu furado, dessa vez o de Toni, ao ouvir a mensagem, decidi seguir mais um pouco subindo uma ladeira e parar ao seu final para aguardar Toni e concertar o pneu.

Ao parar percebi a minha esquerda um single descendo em direção ao Mangue, mas que poderia ser o caminho que nos levaria ao Engenho S. Bento passando pelos tanques de criação de peixe, em trilhas anteriores procurei esse caminho e não encontrei, decidi explorar enquanto Toni chegava e concertava seu pneu. Ao sair, perguntei se alguém queria seguir comigo e de imediato Degorge Neto, Anderson e Neto decidiram seguir junto. A trilha era quase toda descendo mais o capim encobria a visão do solo e cipós que até enroscam nos pés e no bar end. Ao final da ladeira a bela visão dos dois tanques ou curral cercado de verde e com uma cabana do outro lado, contornamos e paramos na cabana, passamos pelo rádio que o caminho estava correto e que aguardaríamos ali o restante do grupo quando acabassem o concerto do pneu e descessem até lá. Quanto começamos a ver, em fila indiana o grupo chegar do outro lado do tanque, começou a chover, foi quando falei que aquela cabana foi colocada ali para nos proteger da chuva e isso tinha sido programado antecipadamente já que sabíamos que choveria ali.

Ficamos algum tempo na cabana até parar de chover, enquanto isso, Neto decidiu explorar o local e ao voltar, levou um tombo em uma valeta, capotou literalmente, foi show merecia ir para o vídeo cacetada!

Continuamos nosso caminho por cima dos diques que separam os tanques ate chegarmos ao local dos sangradores de água entre os tanques e o mangue ao lado. Paramos todos encantados com o visual do local, cheio de garças e além do som da água correndo no sangrador, só natureza ao nosso redor de rara beleza. Mais um pouco, chegamos ao Engenho e paramos em frente à capela, tiramos algumas fotos e seguimos.

Algumas pessoas no grupo já perguntavam se estávamos chegando ao morro da ruína e ao local de parada no bar do Kaco, ainda não disse, faltavam uns 6 km mais vamos parar em um bar para beber algo antes. Chegamos ao bar logo depois e de cara víamos pintado na parede ambiente familiar, só que acima da frase, a pintura de uma mulher nua. Paramos bebemos alguns tomaram banho no chuveirão e continuamos.

Em pouco tempo, chegamos à subida e às ruínas, paramos um pouco para descansar e tirar fotos, do local conseguia ver desde Olinda até Maria Farinha. Na parada, percebi a ansiedade que os participantes estavam para chegar ao Bar do Kaká para tomar banho e comer algo.

Descemos um single bem irregular com pedras grandes e soltas, onde tivemos mais uma vez de testar a habilidade com a magrela, mais dessa vez ninguém zerou a descida. Em pouco tempo chegamos ao bar, uns se jogaram na piscina e outros foram comer e quando a comida chegou, foi uma loucura, parecia o grupo da barriga vazia, todo mundo avançou na comida com vontade, pense num desespero para comer todos se acotovelando em volta da mesa para ter acesso ou guisado de boi, bode, galinha e o marisco.

Saímos de lá às 12h35min e tínhamos rodado 17,94 km, abastecidos e refrescados, com pesar continuamos nosso caminho de volta a Cueiras. A volta foi em terreno bem mais tranqüilo por estradinhas e um single com subida leve, longa, escorregadia e sombreada até voltar à estrada para Cueiras. Chegamos ao nosso destino às 13h56min e rodamos até ali mais 8,27 km. Ao chegarmos, voltamos à parte gastronômica do passeio, foi um tal de fritada de aratu, sururu ao alho e óleo e ao coco, teve gente que não agüentou mais comer e levou pra casa e enrolar a mulher.

Finalmente depois de eleger o troféu CHUPETA para a iniciante Denise pela bravura e tombos e apesar dos problemas com pneus e a desistência de Brek, foi uma trilha tranqüila e muito divertida, valeu a todos e até a próxima dos três municípios Feira Nova, Glória do Goitá e Passira, não percam vale a pena conferir!

 

Por Fernando Dornelas  

 

DADOS TECNICOS:

Hora Início – 8h35min;

Hora final – 13h56min;

Tempo total – 5h21min;

Tempo pedalado – 2h25min;

Km total – 26,21 km;

Vel. Máxima – 40,6 km/h;

Vel. Média – 10,8 km/h.

Pedalando sempre…

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Publicado por: Caio Gondim | 12 setembro 2010

Passeio Urbano Recife-Gaibu

Ponte

Domingo de manhã com cara de chuva. Pensamos que ninguém ia aparecer.. mas os aficcionados por bike são assim mesmo, faça chuva ou sol, lá estão eles. Apesar do grupo pequeno, 06 pessoas – Carol, Alexandra, Josy, Carlos Veloso, Renato e Elias, a disposição e empolgação estavam presentes. Então às 06:30h pontualmente (milagre!), saímos da Praça Souto Filho para o nosso destino – a Praia de Enseada dos Corais.

A parte complicada do passeio é a saída por Piedade/Candeias. O trecho urbano naquela área está bastante desgastado, e apesar do serviço de recapagem, não se torna atraente. Porém, como era muito cedo, afinal, saímos no horário.. não havia um trânsito que tornasse uma “aventura”. E, a partir das 3 faixas de Candeias, tudo se tornou perfeito.

O barato do passeio seria curtir a nova ponte de acesso no Paiva. O local está lindoooo, limpo, organizado, com uma ciclovia separada da pista de carros e da de pedestres. Além do visual, que é de tirar o folego. A pessoa até esquece que tá no nordeste!!! O clima ajudou bastante, não choveu, e o sol ficou encoberto, com um ventinho leve que não deixou o calor nos abater de forma alguma. Ficamos preocupados que na volta iríamos ter um vento contra… mas nos enganamos, foi perfeito tanto na ida quanto na volta!

O grande desafio é uma subida que tem na ida, logo após a Praia de Xaréu. Mas utilizando um pouco de “manha”, dá para embalar e subir sem problemas. O asfalto está parecendo um tapetinho, então, não temos preocupação com buracos e mesmo a ausência de acostamento não é um grande empecilho, visto que exceto por um pequeno trecho de 300m, tudo está em pista dupla.

Fomos até a entrada de Enseada dos Corais e paramos no mercadinho local. Após reabastecer de água, voltamos para a parada programada na beira mar de Xaréu. A praia fica localizada entre Itapuama e Enseada e é um lugar para programar uma visita posterior. Apesar de rústico, o local é lindo e tem até duas pousadas que vc abre a porta e tá com os pés na areia da praia. Fizemos uma parada rápida, de 30 min e voltamos para Recife.

O mais legal de todo passeio foi encontrarmos muitos ciclistas fazendo o percurso, o que mostra que só estávamos precisando de estrutura para “conquistar” o caminho até a praia.Todo final de semana, se passar pela estrada do Paiva sempre vai encontrar muitos ciclistas. Todo mundo corretamente equipado, com capacete, luvas e disposição. Encontramos até gente conhecida – Joel (Extremos), Míriam e Roberto (Corujaqueira). Agora todos temos mais um lugar para passear.

Para o mês que vem, já começamos a programar o próximo passeio. Quem quiser, pode mandar susgestões, estamos no aguardo. Vamos organizar e participar.

Por Carol Silva

Pedalando sempre…

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Publicado por: Caio Gondim | 5 setembro 2010

Trilha Gurjaú – Cabo – Pedra de Xaréu

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Sábado 11/09/2010, chegamos ao ponto de saída da trilha ao lado da usina Bom Jesus às 8h, mas por problemas no local, não achamos o lugar inseguro para deixar os nossos carros, depois de algum tempo decidimos fazer outra trilha ali próximo onde poderíamos guardar nossos carros com segurança, decidimos ir para a cidade do Cabo e fazer a trilha até Pedra do Xaréu, no percurso até lá, mais um probleminha parte do grupo se perdeu e foi parar próximo à Gaibu. Parecia que o dia não estava favorável para se fazer trilha e a nossa insistência em continuar talvez não valesse apena.

Depois de tantos desencontros, às 10h02min iniciamos nossa aventura rumo a Xaréu, logo no início, uma estrada bastante sombreada, mas com trechos com barro molhado e mole que parecia um creme, começaram os primeiros tombos.

Seguimos em direção ao Picadinho, estrada feita com pedra picada da época da invasão Holandesa em nossas terras. Nossa intenção era chegar até Itapoama passando pela Reserva Ecológica de Camaçari, mais a trilha que seguimos estava alagada e com muito barro mole e profundo. Decidimos seguir pela trilha da lama até a estrada de Itapomama, no percurso muita lama, barrancos, ri eiras e valas escavadas por motos onde ficava lama e barro mole. Foi um teste de habilidade e escorregões, que teve algumas vítimas como Katarina ela realmente achou que era um creme com propriedades medicinais para a pele, Katarina mergulhou literalmente naquela gosma e ficou quase toda coberta com o tal creme de barro, ficou uma coisa linda!

Itapoama paramos no mirante que fica atrás do esqueleto do Hotel Cassino inacabado, a partir desse ponto parte do grupo decidiu pelo caminho mais fácil pelo asfalto até Xaréu, o restante desceu por um single bastante irregular até a praia e por outro single em cima das pedras e barrancos, seguimos até Xaréu onde encontramos o restante do grupo no bar de seu Domingos.

Parada, momento de descontração, alguns tomaram banho de mar, outros ficaram a mesa aproveitando os deliciosos caldinhos de frutos do mar. O grupo estava bastante animado e divertido, foram várias as piadas e brincadeiras, riamos o tempo todo, foi difícil sair dali, mais tínhamos que voltar já que começamos a trilha muito tarde e não podíamos demorar mais no local, uma pena, mas fazer o que!

No caminho de volta mais plano e com pouca lama e quase todo em mata fechada, foi tranqüilo sem nenhuma queda ou avaria. No meio da mata da reserva Ecológica de Duas Lagoas a vegetação era densa ao ponto de ficar escuro, ao ponto de um dos componentes sugerir que era lugar pra se trazer a sogra e deixar ali. Pedalamos mais um pouco até encontrarmos um riacho de águas claras, onde encontramos uma pinguela com dois finos troncos e para não molhar os pés, decidi passar por eles segurando a bike no ombro, foi uma festa todos começaram a gritar uns incentivando e outros ansiando pela queda no riacho. Foi muito divertido já que o tronco mais fino afundava até a água e o outro mais firme não se mexia, depois de titubear um pouco consegui chegar do outro lado sem cair mais com o pé direito molhado. Depois do mau exemplo, a maioria dos participantes decidiu tentar a travessia e a cada um deles, foi uma festa com muita gritaria, risadas e gente secando esperando o tombo dentro do rio. O último a tentar a travessia foi Rafael Gama, que desequilibrou várias vezes, eu jurava que ele cairia, mas por milagre ele escapou.

Seguimos e chegamos novamente ao trecho inicial da trilha onde havia bastante barro mole e molhado na estrada, onde a última vítima Rômulo Alcântara levou um estouro e ficou com o braço coberto de barro. Em pouco tempo às 15h12min, já estávamos no Posto onde iniciamos a trilha, todos inteiros tingidos de lama e com a alma feliz, apesar do início do dia onde parecia que ia dar tudo errado, foi exatamente o contrário, muita descontração, brincadeiras, piadas e quedas onde ninguém se machucou mais foi motivo de brincadeiras.

Valeu muito a todos e até a próxima aventura!

Por Fernando Dornelas.

DADOS TECNICOS:

Km Total – 26,39;

Média de veloc. – 10,5 Km/h;

Veloc. Máxima – 40,9 Km/h;

Tempo pedalado – 2’29’’34

Tempo total – 5h10min;

Hora início – 10h02min;

Hora final – 15h12min.  

Pedalando sempre…

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Publicado por: Caio Gondim | 18 agosto 2010

Trilha Engenho Monjope

 

No próximo SÁBADO 21/08/2010, o VENTURE BIKERS vai ao município de Igarassu, precisamente ao Engenho Monjope, no distrito de Cruz de Rebolsas, visitar um dos mais tradicionais engenhos da região e que foi local de pernoite do Imperador D. Pedro II, dada a sua importância política também. Tombado como patrimônio histórico, ainda está cercado de muito verde e grandes mananciais e assim, a trilha do velho Monjope é muito agradável e vale a pena conferir.

CONCENTRAÇÃO
Praça Souto Filho – Junto ao Posto de Policiamento Ostensivo da PM – PPO – Em frente ao Parque da Jaqueira.

Encontro:6h00min
Saída: 6h30min

DADOS TÉCNICOS
Nível: 2,5
Distância: 20/25 km

INFORMAÇÕES
Fernando Dornelas – (81) 9906.5824 – nomadeaventuras@gmail.com
Caio Gondim – (81) 8863.3989 – caio_gondim4@hotmail.com

AVISO IMPORTANTE
Pedimos a quem for participar que confirme a presença até a sexta-feira (20/08/2010), através do nosso e-mail – venturebikers@gmail.com, em nosso mural ou diretamente com os contatos acima.

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SEGURANÇA
Para participar de nossos eventos é imprescindível estar com os equipamentos mínimos de segurança como capacete e luvas, bem como aceitar de forma irrestrita o que estiver disposto em nosso Termo de Responsabilidade e Conduta, assinando-o antes da saída e ter a certeza que possui o condicionamento físico necessário. Contamos com a compreensão de todos nesse sentido.

RECOMENDAÇÕES
Todo ciclista deve estar sempre munido de câmara de ar reserva e ferramentas compatíveis com a sua bicicleta, já devidamente revisada. Além disso, nunca esquecer de levar água suficiente – recomendamos o uso de camel back – lembrando que o consumo aumenta bastante em dias quentes – e algo para alimentação rápida, como barras de cereal. Não esqueçam a roupa de banho!

Pedalando sempre…

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Publicado por: Caio Gondim | 11 agosto 2010

Trilha Cabo-Paraíso-Xaréu

No próximo SÁBADO 14/08/2010, o VENTURE BIKERS vai ao município do Cabo fazer a Trilha Cabo-Paraíso-Xaréu. Mais uma daquelas super trilhas que o Mestre Dornelas e seu know-how nos oferece em mais um sábado de muita diversão garantida. As paisagens, todos já devem ter uma idéia, típicas do litoral Sul do estado, com matas, riachos, alguns engenhos e muita praia. Preparem suas bikes, solo arenoso à vista e com essas chuvas que teimam em continuar, uma laminha no meio do caminho não seria de se espantar, ainda mais se Gabriela estiver presente (risos).

CONCENTRAÇÃO
Praça Souto Filho – Junto ao Posto de Policiamento Ostensivo da PM – PPO – Em frente ao Parque da Jaqueira.

Encontro:6h00min
Saída: 6h30min

DADOS TÉCNICOS
Nível: 3
Distância: 25/30 km

INFORMAÇÕES
Fernando Dornelas – (81) 9906.5824 – nomadeaventuras@gmail.com
Caio Gondim – (81) 8863.3989 – caio_gondim4@hotmail.com

AVISO IMPORTANTE
Pedimos a quem for participar que confirme a presença até a sexta-feira (13/08/2010), através do nosso e-mail – venturebikers@gmail.com, em nosso mural ou diretamente com os contatos acima.

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SEGURANÇA
Para participar de nossos eventos é imprescindível estar com os equipamentos mínimos de segurança como capacete e luvas, bem como aceitar de forma irrestrita o que estiver disposto em nosso Termo de Responsabilidade e Conduta, assinando-o antes da saída e ter a certeza que possui o condicionamento físico necessário. Contamos com a compreensão de todos nesse sentido.

RECOMENDAÇÕES
Todo ciclista deve estar sempre munido de câmara de ar reserva e ferramentas compatíveis com a sua bicicleta, já devidamente revisada. Além disso, nunca esquecer de levar água suficiente – recomendamos o uso de camel back – lembrando que o consumo aumenta bastante em dias quentes – e algo para alimentação rápida, como barras de cereal. Não esqueçam a roupa de banho!

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Publicado por: Caio Gondim | 5 julho 2010

Trilha Itamaracá

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Itamaracá, essa ilha que pra mim é um paraíso não só pelas belezas naturais mais também pela quantidade e variedade de trilhas onde temos planaltos com paisagem de tirar o fôlego, mata Atlântica, manguezais, coqueirais, riachos e lagoas. Além dos privilégios naturais, a ilha também nos dá um banho em termos históricos já que a colonização do nosso estado se iniciou em um porto localizado em Vila Velha, localidade da ilha em 1531. 
Por essas razões decidimos fazer a trilha no local para mostrar ao nosso convidado que veio de São Paulo a convite de Paulo Ribeiro conhecer as trilhas de Pernambuco o Professor Arnaldo um trilheiro de mão cheia, confira no seu Blog – HTTP://blogdoprofessorarnaldo.blogspot.com
 
Iniciamos a trilha no balneário da Lagoa Azul às 9h15min com 11 participantes, número perfeito para realizar uma trilha com um nível de dificuldade elevado se o grupo fosse maior demandaria mais tempo para a realização.
Saímos da lagoa por estrada com uma densa cobertura de mata em alguns locais, parece um túnel, em pouco tempo chegamos ao nosso primeiro single com um riacho para atravessar e em seguida uma subida com erosões e de grande dificuldade para ser superado só dois de nós conseguiu subir o Leo e Dornelas “Eu”. O professor ficou fazendo a cobertura tirando fotos e filmando.
 
Subindo um pouco mais, chegamos à mata Atlântica em um planalto que rodaríamos dois quilômetros e meio com a trilha coberta com folhas secas, baixando a cabeça ao passar debaixo de árvores caídas e desviando de tocos e galhos de todos os lados, até a temperatura e o cheiro no local é um prazer nessa imersão de natureza que vivenciamos. Chegamos ao nosso primeiro downhill bem travado que dá acesso à lagoa Esmeralda, com muita raiz, toco, galho e até batentes provocados pela erosão da chuva, convidei o Professor pra descer na frente e sentir o prazer e adrenalina que essa trilha proporciona até chegar ao final com a visão da lagoa, ele adorou dizendo é o tipo de trilha que adoro. Paramos prá tomar banho e a água estava uma maravilha, nem fria nem quente, deu trabalho pra sair, pra mim a trilha acabava por ali.
 
Continuamos pedalando por pastagem, mata até chegarmos às ruínas da de um Engenho e uma igreja da época da nossa colonização ao lado de uma ladeira asfaltada subiríamos até retornarmos ao planalto que nos levaria em um single à Vila Velha onde ao chegar, fomos ao mirante atrás da igreja de onde se tem a vista de longe e de cima da Coroa do Avião ilhota que fica em frente à praia do Forte Orange onde a esposa do professor estava nos esperando, ele ficou maravilhado com a visão, chegou a telefonar para a esposa para mencionar a beleza do local.
 
No local uma guia de turismo da comunidade passou informações históricas do local como o túnel que liga a vila ao forte Orange e foi fechado em 1985, sobre as ruínas próximas da igreja do Rosário dos Pretos entre outros fatos como a trilha dos Holandeses que nos levaria até o Forte Orange. Paramos um pouco em um bar no local onde saboreamos a empada de siri e depois seguimos.
 
Trilha dos Holandeses, no início uma descida bastante íngreme curva e escorregadia, ao seu final a ponte de madeira no estuário onde ficava o porto onde se iniciou nossa colonização pelos Portugueses. Início da trilha sinuosa entre a vegetação arbustiva com um detalhe que demandou um esforço a mais para nós, areia fofa por dois quilômetros até o forte. Além da areia mais um probleminha, comecei a sentir umas pancadas na roda traseira percebi que tinha furado o pneu mais ainda sentia que dava prá seguir e consegui pedalar até sair da mata já próxima ao forte onde ao parar não vi ninguém atrás de mim, comecei a dar ar no pneu até chegarem todos e depois seguimos juntos até o forte onde encontramos a família do prof. Arnaldo e seguimos até o bar a beira mar onde faríamos a nossa parada.
       
Em nossa parada além do forte da comida regional com frutos do mar, dois emboladores cantarolaram e brincaram com todos os participantes. Fui consertar o pneu da bike e encontrei um espinho retirei e troquei a câmara. Na hora da saída, tava todo mundo mole, alguns me perguntavam se a trilha num acabava ali como Ana Paula e outros achavam que nós voltaríamos para a lagoa por asfalto. Nada disso, vamos agora fazer um caminho inédito nas trilhas do Venture, vamos seguir um single em mata fechada entre duas montanhas margeando um riacho até sua nascente onde subimos nossa última e penosa ladeira. Entramos na trilha e seguimos quase até seu final se não fosse uma enorme arvore bastante frondosa que caiu e bloqueou a nossa passagem, e agora perguntaram alguns, como tínhamos acabado de passar por uma subida a nossa direita muito íngreme e escorregadia eu disse que seguiríamos por lá, a maioria duvidou achando que eu estava brincando e que não dava pra subir ali, mais não era brincadeira mais sim a pura verdade. Começaram a subir a ladeira, como fiquei um pouco para trás, e logo depois que conseguimos subir o primeiro paredão escorregadio, um grito lá da frente dizendo que não dava pra passar e pediam que fosse dar uma olhada, era uma voçoroca que fez uma enorme depressão no caminho e do outro lado outro paredão pior que o primeiro. Ao analisar o local mais uma vez ouvi o pessoal dizer tu tá brincando nós num vamos passar por aí! Continuamos e mais a frente, outra voçoroca maior que a anterior e o paredão do outro lado era um absurdo, é esse só escalador sobe, vamos voltar, foi ai que o professor disse que dava pra subir e ia tentar, eu pensei ou esse cara é louco ou eu to com problema de visão, felizmente ele desistiu da loucura! Ao retornar um pouco no caminho vi um single estreito e subindo à esquerda da voçoroca, decidi subir sem a bike pra ver se contornava o buraco e se chegava ao planalto onde queria. Logo no começo vi um cano e um cabo elétrico no chão até encontrar uma caixa d’água ao lado do caminho, subi mais uns 50 metros e cheguei ao final onde encontrei uma propriedade com cerca feita com madeira da mata bem fechada.  Por rádio avisei que o caminho estava certo e que o grupo subisse, eu iria descer pra pegar minha bike, no meio do caminho, tomei um banho de cuia na caixa d’água e à medida que iam subindo, alguns como Drika e Rômulo também tomaram.
 
Ao chegar ao final descansamos um pouco e ao sair fui em direção a propriedade cercada pedir para atravessar o local para pegar a estrada do outro lado, o pessoal chamou o encarregado de local para falar comigo e ao pedir passagem ele me informou que o local era de reabilitação e que não podíamos entrar lá, me orientou um caminho que seguia para a estrada sem passa pelo local. E eu achando que só tinha o professor de louco querendo subir aquele paredão, lá em cima é que estava cheio!
 
Chegamos à estrada e seguimos, passamos pela vila e do planalto tínhamos a visão do mar lá embaixo. Um pouco mais, chegaríamos ao último momento de adrenalina um downhill estreito, rápido no início e depois liso, erodido, íngreme e com um detalhe extra que já levou muita gente descer capotando, cascalho bem fino que fica na superfície do solo e faz à bike sair de baixo se escorregar. Felizmente ao final dessa vez nenhuma queda.
 
Chegamos à estrada que nos levaria de volta a lagoa Azul e às 16h15min concluímos a trilha e mostramos pro Arnaldo um pouco de nossas trilhas e também de nossa cultura e história. Seja bem vindo você e sua família a terra das mulheres Nordestinas valentes e arretadas pra agüentar uma trilha dessas com tal disposição!       
 
DADOS TÉCNICOS:
Início = 9h15min;
Final = 16h24min;
Tempo total = 7h39min;
Veloc. Média = 8,7 km/h;
Veloc. Máxima = 36 km/h;
Total km = 21,79 km.

Em breve, todas as fotos…

 

Pedalando sempre…

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Publicado por: Caio Gondim | 24 junho 2010

Trilha Aparauá

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Trilha em Aparauá, local agradável que fica num vale com um lago cercado de mata Atlântica, onde a sua margem fica a sede e restaurante construído de forma harmônica com a natureza do local, onde encontramos redes e até camas na sobra à beira do lago, para descanso e deleite dos privilegiados que tiveram a oportunidade de conhecer o lugar. Antes de sair, encomendamos o almoço para a nossa volta ao local, no final da trilha.

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Iniciamos nossa trilha já entrando na mata fechada e como, choveu muito nos dias anteriores, alguns locais estavam alagados e nos obrigou a pedalar com água quase cobrindo as rodas da bike. Logo em seguida, a nossa primeira subida até chegar ao planalto onde fica o vilarejo de São Lourenço onde paramos para nos hidratar.

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Ao sair do vilarejo, logo pegamos um single muito travado e íngreme onde nenhum dos participantes conseguiu zerar, ou seja, chegar até seu final sem colocar os pés no chão ou cair. Quando chegamos ao final da ladeira seguimos por um single entre sítios com plantações até chegamos à bica de seu Francisco, onde alguns como Roberta Tavares, Miriam e Jonatas não resistiram ao banho refrescante.

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Em pouco tempo, já estávamos no bar em Carne de Vaca onde pára a balsa que liga Pernambuco à Paraíba. No local enquanto tomávamos um delicioso caldinho de Aratu, o nosso amigo Jonatas logo arrumou um local pra tirar uma soneca que já é praxe, e também observamos à perícia de seis mecânicos incompetentes para retirar o pedal da bike de Rafael que estava travado, não dando condição de pedalar.

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Rafael e os seus cinco auxiliares chegaram a partir uma chave de boca na tentativa de retirar o pedal, quando já estavam desistindo da dolorosa luta contra o pedal, o dono do bar chegou com a solução, um cano de ferro com uns dois metros de comprimento que foi usado como alavanca para ajudar na retirar finalmente a peça depois de quarenta minutos de tentativas frustradas.

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Depois da aula de como não se deve trocar um pedal, seguimos por estradinha próxima a praia até uma fazenda com plantação de Camarões, onde paramos para descansar um pouco antes da nova subida que nos levaria de volta ao planalto. Quando chegamos ao planalto, já eram quase duas horas da tarde e apesar de ser uma trilha relativamente pequena, e com uma temperatura agradável, até ali tínhamos rodado 18 quilômetros, o terreno molhado e em alguns trechos, encharcado, dava pra perceber que alguns estavam cansados, apesar de calados sem reclamações, como habitualmente Resk que não estava presente, fica dizendo o tempo todo que está com fome, principalmente quando sabe que tem comida pronta esperando. Decidimos não ir mais para a bica no meio da mata e seguimos direto para Aparauá.

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Às 14h30min chegamos ao final de nossa aventura, almoçamos e ao chegar ao local, encontramos dois trilheiros desolados e frustrados por não terem feito a trilha e só chegando ao local algum tempo depois de nossa saída, era Resk e Jana Jaques. Lavamos as bikes, tomamos banho e ao almoçarmos, fizemos a votação do troféu chupeta que ficou com Rafael por sua eficiência na troca dos pedais da bike!

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Valeu pessoal!

Fotos e Texto: Fernando Dornelas

Todas as fotos AQUI

DADOS TECNICOS:

Inicio – 9h45min;
Final – 14h30min;
Total – 21,5 km/h;
Máxima – 59,9 km/h;
Média – 9,9 km/h.

Pedalando sempre…

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Publicado por: Caio Gondim | 16 junho 2010

Trilha Aparauá

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No próximo sábado, 19/06/2010, o VENTURE BIKERS vai ao município de Goiana, litoral Norte de Pernambuco fazer a Trilha de Aparauá. Lá encontraremos vistas maravilhosas, single tracks muito legais, riachos, canaviais, pequenos roçados de subsistência e visitaremos também a vila de Tejucupapo, com sua histórica Igreja de São Lourenço, obra jesuítica tombada, de construção anterior a 1630. Não faltará ainda aquela parada nota 10, com os melhores comes e bebes regionais!

Veja mais fotos da trilha Aparauá AQUI

CONCENTRAÇÃO
Praça Souto Filho – Junto ao Posto de Policiamento Ostensivo da PM – PPO – Em frente ao Parque da Jaqueira.

Encontro:6h00min
Saída: 6h30min

DADOS TÉCNICOS
Nível: 3
Distância: 20/25 km

INFORMAÇÕES
Fernando Dornelas – (81) 9906.5824 – nomadeaventuras@gmail.com
Caio Gondim – (81) 8863.3989 – caio_gondim4@hotmail.com

AVISO IMPORTANTE
Pedimos a quem for participar que confirme a presença até a sexta-feira (18/06/2010), através do nosso e-mail – venturebikers@gmail.com, em nosso mural ou diretamente com os contatos acima. Lembramos que para adentrar na reserva, é cobrada uma taxa de R$6,00 (seis reais) e quem desejar almoçar na mesma, avisar com antecedência, pois é necessária programação.

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SEGURANÇA
Para participar de nossos eventos é imprescindível estar com os equipamentos mínimos de segurança como capacete e luvas, bem como aceitar de forma irrestrita o que estiver disposto em nosso Termo de Responsabilidade e Conduta, assinando-o antes da saída e ter a certeza que possui o condicionamento físico necessário. Contamos com a compreensão de todos nesse sentido.

RECOMENDAÇÕES
Todo ciclista deve estar sempre munido de câmara de ar reserva e ferramentas compatíveis com a sua bicicleta, já devidamente revisada. Além disso, nunca esquecer de levar água suficiente – recomendamos o uso de camel back – lembrando que o consumo aumenta bastante em dias quentes – e algo para alimentação rápida, como barras de cereal. Não esqueçam a roupa de banho!

Pedalando sempre…

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Publicado por: Caio Gondim | 6 junho 2010

Thiers News

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Indústria Automobilística enfim entendeu o conceito de Mobilidade Sustentável

A Volkswagen apresentou o seu primeiro veículo de duas rodas e o conceito “Think Blue” na Auto China 2010. Por incrível que possa parecer, a bicicleta da Volkswagen chamou mais atenção das pessoas do que os seus próprios carros, além disso gerou no mundo inteiro curiosidade para ver no You tube como ela funciona (http://www.youtube.com/watch?v=sXhhWXw9V7A&feature=related ). A empresa tem se referido a ela como a obra de arte da mobilidade. A VW Bik.e não tem pedais, é dobrável, freio a disco nas duas rodas e funciona a bateria que pode ser recarregada no próprio carro, em corrente contínua ou numa tomada AC Comum. foi concebida para se encaixar perfeitamente no compartimento do pneu estepe da carro. O Conceito de mobilidade deste equipamento é para que a bicicleta seja um complemento do carro. Assim, o motorista poderia deixar o carro num estacionamento fora dos grandes centros congestionados e trafegar em zonas com tráfego elevado com sua bicicleta elétrica.

Leia mais em: http://mobilidadesustentavel.blog.uol.com.br/

Enviado por Paulo Thiers

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